terça-feira, 27 de novembro de 2012

A FÉ É INFANTIL?

   Qualquer pessoa familiarizada com polêmicas anti-religiosas sabe que uma das recorrentes críticas ateístas afirma que a fé é infantil — uma ilusão infantil que deveria desaparecer quando a humanidade atingisse a maturidade. Ao longo de sua carreira, Dawkins desenvolveu uma crítica semelhante, com base numa analogia ateísta há muito existente. Em suas primeiras obras, enfatizou que crer em Deus é como crer no coelhinho da Páscoa ou em Papai Noel — crenças infantis que são abandonadas tão logo nos tornamos capazes de pensar com base nas evidências. E o mesmo se dá com Deus.

sábado, 24 de novembro de 2012

O Dilema de Eutifron - William Lane Craig

   Embora Dawkins não levante a objeção seguinte, as pessoas frequentemente a escutam por não-crentes em resposta ao argumento moral. Esta objeção é chamada Dilema de Eutifron, nome de um dos personagens de um diálogo de Platão. Ela  basicamente é assim: algo é bom por que Deus assim o quer? Ou  Deus o quer porque este algo é bom? Se você disser que alguma coisa é boa porque Deus a quer, então o que é “bom” se torna arbitrário. Deus poderia ter desejado que o ódio fosse bom, e assim nós seríamos moralmente obrigados a odiarmos uns aos outros. Isto parece loucura. Pelo menos alguns valores morais parecem ser necessários. Mas se você disser que Deus quer alguma coisa porque ela é boa, então o que é bom ou mau independe de Deus. Neste caso, valores e deveres morais existiriam independentemente de Deus, o que contradiz a premissa 1.

Jesus é o arcanjo Miguel?



"O mesmo Senhor descerá do céu com alarido e voz de arcanjo"
1 Tessalonicenses 4:16

 

 Testemunhas de Jeová:
   Dizem que se a designação "arcanjo" não se aplicasse a Jesus Cristo, mas a outros anjos, então a referência a voz de arcanjo não seria apropriada.

Resposta Apologética:
   A Bíblia mostra que o ministério dos anjos, em relação a Jesus, foi uma constante. Os anjos tiveram participação no anúncio do nascimento de Jesus (Lc 2:9-14) e assistiram a Jesus no deserto (Mc 1:13), na agonia do Getsêmani (Lc 22:43), na ressureição (Mt 28:2-3,5) e na ascensão (At 1:10,11). Anunciaram, ainda, a volta de Jesus (1 Ts 4:16).

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O ambiente não determina a religião de um indivíduo

Seriam as crenças religiosas particulares produtos arbitrários do ambiente de um indivíduo?
B. F. Skinner declarou: "Meu comportamento, em qualquer momento determinado, não é nada além do resultado de minha base genética, minha história pessoal e do ambiente natural".
O problema de afirmações como esta, está no fato de que, se tudo é resultado da base genética, história e ambiente, esta afirmação de Skinner também é apenas produto de seus genes e seus antecedentes, ou seja, não é uma conclusão obtida através do raciocínio, e sim acidental.
Afirmações deste tipo são aplicadas também às religiões.
Não é raro quem afirme que, se por exemplo, tivesse nascido no Iraque ou em países onde o islamismo é predominante, logo esta pessoa também seria muçulmana.
Ou se a pessoa tivesse nascido na Índia, ela seria hindu. E assim por diante, de acordo com a religião predominante de cada país (ou sendo ateísta, num país com predominância de pessoas ateístas).

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Como o universo pode ter tido um "princípio", se a ciência moderna diz que a energia é eterna?

PROBLEMA: De acordo com a Primeira Lei da Termodinâmica: "a energia não pode ser criada, nem destruída". Sendo assim, então, o universo é eterno, já que ele é feito de energia, que é indestrutível. Entretanto, a Bíblia indica que o universo teve um "princípio" e que não existia antes de Deus o ter criado (Gn 1:1). Não é isto uma contradição entre a Bíblia e a ciência?
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