Os seguidores do calvinismo extremista afirmam que o livre-arbítrio ficou praticamente sem efeito depois da entrada do pecado no mundo. Contudo, as Santas Escrituras mostram que Deus, em todas as épocas, antes e depois da entrada do pecado no mundo, respeitou as decisões humanas.
Nos dias de Moisés, Josué e Elias (muito tempo depois da Queda), vemos como Deus desejava que os homens fizessem escolhas:
"...te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente"
(Dt 30:19)
"...escolhei a quem sirvais..."
(Js 24:15)
"Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; e, se Baal, segui-o"
(1 Rs 18:21)
Em Isaías 1:18, Deus convidou os pecadores a argui-lo, a fim de que recebessem o perdão de seus mais terríveis pecados, porém deixou claro que respeitaria as suas decisõe: "Se quiserdes, e ouvirdes, comereis o bem desta terra. Mas, se recusardes e fordes rebeldes, sereis devorados à espada, porque a boca do Senhor o disse" (Is 1:19,20)
O salmista escolheu o caminho da verdade (Sl 119:30) e, sem duvidar, teve segurança para fazer este pedido a Deus: "Venha a tua mão socorrer-me, pois escolhi os teus preceitos" (v. 173). Em Apocalipse 22:17, no último livro da Bíblia, a água da vida não é oferecida a alguns eleitos para a salvação. Não! Jesus a oferece a quem tem sede e quer tomá-la de graça!
Outrossim, o Senhor se importa com aqueles que invocam o seu nome (At 2:21). Por isso, ao pregar a Palavra de Cristo na casa de Cornélio, Pedro afirmou: "A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome" (At 10:43).
Fontes: Evangelhos que Paulo Jamais Pregaria - Ciro S. Zibordi

